Tal como indica o nome deste tour, a maior satisfação deste dia, não se designa apenas aos objectivos alcançados, ou ao destino, mas sim nas vivências adquiridas ao longo do caminho, um misto de paisagens de mar e de serra, com locais fabulosos. Certamente uma zona a regressar!
domingo, 19 de junho de 2011
Tour: É o caminho que traz felicidade. Não é o destino!
Tal como indica o nome deste tour, a maior satisfação deste dia, não se designa apenas aos objectivos alcançados, ou ao destino, mas sim nas vivências adquiridas ao longo do caminho, um misto de paisagens de mar e de serra, com locais fabulosos. Certamente uma zona a regressar!
sábado, 12 de março de 2011
Tour: Chãos / Alcobertas.
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quarta-feira, 2 de março de 2011
Tour: Five Hundred caches.
Vamos então conhecer os contornos deste tour a solo. O plástico amarelo a que dão o nome de kayak, foi colocado na água as 10 horas da manha, com um céu azul e o sol a irradiar os seus raios reflectindo-os nas aguas da albufeira de Castelo do Bode. A primeira paragem seria na cache monstro das bolachas, do owner touperdido, tinham sido percorrido 1,5 km e já estavam a sair furados os planos,pois,quando cheguei ao local mais próximo do GZ, não tinha qualquer sitio para sair do kayak e devido a altura da água, nem tentei aceder a rocha que teria que ser escalada a partir do kayak na agua, seria boneco à agua de certeza e como não estava com intenções de molhar o fardamento do boneco, escusado dizer que não houve nem monstro nem bolachas e muito menos cache! Resolvi deixar esta cache para o verão para quando o nível da agua estiver mais baixo, e com local para amarrar o kayak. Segui o rumo até ao local que estava destinado a ser colocada uma cache comemorativa aos meus 500 founds, uma pequena ilha plantada no meio de albufeira. Aos 6.5 km e uma hora e quarenta e cinco minutos, cheguei a ilha do lombo! Realizei a cache, contactei com o meu pai que se encontrava na margem e que me foi acompanhando em vários pontos ao longo do percurso (para a eventualidade de ser necessário, felizmente nao aconteceu), e que acabou por ser uma agradável presença durante as seis horas e meia a solo, era sempre bom ver alguém, mesmo sendo na margem. Agora que realizado este tour dividiria-o em três partes: A primeira parte foi até agora descrita, foi algo fácil, talvez por ser o inicio e ainda não existir desgaste físico.
A segunda parte seria o trajecto da ilha do lombo até à ilha da cabeça gorda. Este foi o momento mais duro e demorado, cerca de 8 km e duas horas e meia completamente isolado, o cansaço começara a acumular-se. Após a chegada a ilha da cabeça gorda, foi hora de vingar um DNF de outros ataques sem sucesso a esta ilha e por fim comer algo, para compensar o esforço e preparar para a terceira e última parte deste tour, até aqui tinham sido percorrido perto de 15 km.
Álbum de fotos Peter Santarem |
sábado, 12 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Trail Boquilobo
Este trail foi idealizado e concretizado para a realização das caches: Fonte da Graça; Vista sobre o Paul e mais além; Paul do Boquilobo [Golegã]; Ornitologia; Fonte do Farratido, em corrida com o cafi.
Foram 12 km, em que apanhamos de tudo, desde lama, trilhos obstruídos com água, onde tivemos que passar com água pelos tornozelos e outras zonas que nem arriscamos atravessar devido á altura da água, subir árvores, etc.
Deixamos o cachemobil na terriola Vila Nova e partimos para a 1ª cache que ficava a 2.8 km de distância, com trilhos por vezes com grandes poças de água e muita lama, que fomos contornando na medida do possível, os trilhos para a 2ª cache revelaram-se melhores sem grandes acrobacias para minimizar os pés molhados e carregados de lama, nesta cache a tarefa estava a revelar-se complicada e demorada, mas com um pouco de persistência acabou por se revelar. O caminho entre a 2ª cache e a 3ª foi onde se complicou um pouco, mas nada que não se resolve-se, acontece que o único acesso para passar por baixo da linha do comboio estava completamente inundado, de tal maneira que a água devia dar pelo peito e como nós tínhamos o objectivo de realizar este percurso a correr e não a nadar, subimos para a linha e realizamos o percurso ao longo da linha até onde foi possível arranjar trilho em que não fosse necessário dar umas braçadas, aos 6.1 km já tínhamos alcançado a 3ª cache, por um trilho que tinha tanta lama, que quase dava para praticar ski, ainda houve alguém que se desarmou dos skis e foi fazer uma visita ao solo, a 4ª cache foi o ponto alto deste trail, um local a regressar com uma maquina fotográfica. Na hora de partir para a 5ª cache mais um obstáculo se atravessou no nosso caminho, mais uma passagem que dá acesso ao lado oposto da linha do comboio inundada de tal forma que só de barco ou a nado, mais uma vez tivemos que improvisar, mas desta vez foi um improviso picante, alem de termos que atravessar a linha do comboio, também tivemos de transpor uns arbustos e umas silvas que se agarravam a tudo quanto era corpo, como não houvesse amanha, alcançada a 5ª cache e ultima deste trail, aos 10.8 km e no fim de patinhar mais um pouco em lama e pequenos ribeiros que se atravessaram no nosso caminho, feita cache foi seguir para o nosso ponto de partida que ainda se distanciava a sensivelmente 2 km, com umas subidas com um grau de inclinação nada aconselhado para o cansaço que já se abatia sobre as pernas.
Foi um percurso espectacular com vistas magnificas em boa companhia.
Quero mais!
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Geo Paintball
Geo Paintball from Peter Santarem on Vimeo.
domingo, 7 de novembro de 2010
Tour:PUM PUM, Javali abatido!
TOUR: PUM PUM, JAVALI ABATIDO! from Peter Santarem on Vimeo.
Já algum tempo que esta cache estava nos planos, devido apresentar um bom desafio e uma boa dose de aventura (coisa que não falta nas caches do touperdido).
Esta caçada foi preparada em conjunto com o companheiro de geocaching malhadas, ao longo da semana fomos fazendo os trabalhos de casa para a realização desta aventura (por mais que se prepare a cache, nunca se esta preparado para o que nos espera, ainda por mais vindo do touperdido).
Eram 08:00 da manha e já encontrávamo-nos no estacionamento armados até aos dentes para seguir o javali pelos seus trilhos, seguindo o seu rasto e por fim caça-lo.
Após um 1.8 km fazia-mos o nosso primeiro avistamento do javali, anotamos a direcção do mesmo e foi seguir o rasto que foi deixando pelos trilhos que rasgavam a serra.
Aos 6.2 km segundo avistamento do javali, que nos escava entrando por trilhos mais complicados e mesmo por zonas sem qualquer trilho, onde predominava as pedras e o mato alto e serrado que se entrelaçava impiedosamente para nos dificultar a nossa passagem, chegando mesmo a demorar perto de uma hora para fazer apenas um km, esta ultima parte foi dolorosa (em quase todo o percurso sempre se foi tirando fotos, nesta fase do percurso até nos esquecemos que tínhamos maquinas fotográficas, tal era a dificuldade de transpor o mato), por vezes com o javali visível, outras nem o via-mos de tanto mato que insistia em cobrir-nos, mas nunca perdendo o sentido de caçar o animal, o cansaço já era muito e o desejo de encurralar o javali estava próximo, e tal aconteceu quando já ia-mos com 10.5 km, lá estava ele encurralado, cansado e ao fim de 6h tínhamos o bicho á mercê das nossas poderosas armas (PUM PUM, JAVALI ABATIDO!).
Com o objectivo concluído, mas não com a aventura finalizada, ainda tinha-mos que regressar ao carro e estava fora de questão voltar para traz pelo mesmo caminho, voltar a passar o martírio de transpor todo aquele mato e com uma agravante o regresso era a subir, decidimos voltar pela civilização, dando a uma pequena aldeia de habitantes simpáticos que nos deram informações quando solicitadas, calculada a distancia até ao estacionamento onde se encontrava o cachemobil, os números não eram animadores e o GPS não enganava, mais 16 km a juntar aos 13 km que já tínhamos feito, pensamos logo isto vai doer e com pouco mais de um par de horas de luz só nos restava três soluções:
1ª Ver se na aldeia haveria algum táxi que nos levasse ao cachemobil, coisa que não se veio a verificar, devido a falta de táxi.
2ª Apanhar alguma alma caridosa que desse boleia a dois caçadores todos sujos e cansados.
3ª Fazer todo o regresso a pé (o que implicava chegar ao cachemobil já de noite).
Por as duas primeiras soluções não se virem a verificar, só nos restou a ultima e a menos desejada, apesar do cansaço que já se fazia sentir, fizemo-nos á estrada em passos largos e acelerados para aproveitar a luz do dia ao máximo, visto que iríamos ter que caminhar pelo escuro da noite, andados 5 km e pouco é nesta altura que o malhadas começa a ter visões provocadas pelo cansaço (tipo no deserto sem agua e começa a ver oásis por tudo quanto é sitio) e grita para mim enquanto acena com o braço á viatura que vinha ao longe “olha vem ai um taxi”, vamos a ver não era nenhum táxi, era apenas uma viatura normal que aos olhos do malhadas se passava por TAXI, o condutor ao ver todo aquele aceno do malhadas resolveu parar para saber se precisávamos de ajuda, o malhadas explicou ao condutor (ao que eu lhe chamo de alma caridosa), e o mesmo prontificou-se a levar-me (visto a viatura ser comercial só poderia levar um) ao local da minha viatura.
Pelo caminho já de rabo assente nos confortáveis estofos da viatura que aos olhos do malhadas lhe pareceu um TAXI, em conversa com o simpático condutor e de lhe explicar o que andávamos a fazer, quando o mesmo me pergunta “andam á caça do tesouro? eu tenho uns amigos que também fazem geocaching” (como o mundo é pequeno)
Chegado ao cachemobil foi hora de ir resgatar o malhadas, quanto antes não fosse ele continuar com mais visões J
Números:
- 18,5 km andados até á visão maravilhosa do malhadas.
- 08:30 h de caminhada.
-1 cache
- 1 dia de boas aventuras, que dificilmente esquecerei.
-1 par de botas que atingiram o fim de vida
Obrigado touperdido por esta cache.














